SÃO PAULO

3 dias com
Jan Scholten

Junho – 15 a 17
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Palestrante

Jan Scholten

Jan Scholten iniciou sua prática homeopática em 1985 e logo se interessou pelo estudo dos medicamentos considerados não policrestos para ampliar a possibilidade de curar pacientes nos quais os resultados da prescrição dos policrestos não se revelaram satisfatórios.

Estudou com eminentes homeopatas para aprimorar seus conhecimentos: Alphons Geukens, Jost Kunzli, Roger Morrison, Bill Gray e especialmente George Vithoulkas e Rajan Sankaran.

Ele estudou os medicamentos em grupos ou famílias e suas conclusões foram publicadas em seu primeiro livro Homeopatia e Minerais em 1993. A aplicação destes conceitos foi bem sucedida e confirmada pelos demais homeopatas. O seu segundo livro Homeopatia e os Elementos publicado em 1996 amplia os conceitos para toda a tabela periódica revelando um padrão temático das séries e colunas. Em 2005, ele publica a obra Lantanídeos Secretos, no qual ele expõe sua experiência com os elementos da tabela periódica, denominados “Lantanídeos”.

Neste meio tempo, ele fundou uma clínica homeopática Homeopatisch Artsencentrum Utrecht onde seu método é aplicado com sucesso e os casos são publicados no site www.interhomeopathy.org.

Para se ter um melhor proveito do Seminários de Jan Scholten é útil ler estas três publicações para acompanhar o desenvolvimento de sua apresentação e demonstração nos casos clínicos registrados em vídeo para então verificar a validade de seu método e de suas teses.

A condição para beneficiar-se de uma nova experiência é aproximar-se dela com a mente aberta sem resistências preconceituosas que inibem qualquer novo aprendizado – Mente Zen mente de Principiante – no dizer do mestre Zen Shunryu Suzuki. A mente do principiante é vazia, livre dos hábitos do experiente, pronta para aceitar, para duvidar e aberta a todas as possibilidades.

Muitos integrantes do GEHSH (Grupo de Estudos Homeopáticos Samuel Hahnemann) utilizam as ideias de Scholten para a análise de seus casos clínicos, permitindo assim prescrever medicamentos impossíveis de serem identificados pelo método clássico. A análise de grupos (ou famílias) tem se mostrado eficaz, sendo corroborada pelos sintomas característicos dos medicamentos registrados nas patogenesias e repertórios.


Sobre

Teoria das Plantas

Jan Scholten vem apresentando em seus recentes simpósios um Sistema Periódico Vegetal. Seu objetivo é criar uma visão sistemática das plantas.

Utiliza-se de muitos aspectos do sistema da Tabela Periódica, em conjunto com o sistema de classificação botânica APG III (Angiospermas Phylogeny Group), que é baseada em análises de DNA. Scholten combinou os conceitos e organização do sistema APG III ao da Tabela Periódica e os usou como base em seu novo Sistema Periódico Vegetal.

Como na Tabela Periódica de Elementos, respondendo à pergunta “qual é o problema” na análise do caso chega-se à série. No Sistema Periódico Vegetal corresponde à classe. Uma vez determinada, você pergunta “qual é o foco principal do caso”, que leva para a sub-classe. Há sete classes e sete sub-classes que espelham a série na Tabela Periódica. Para determinar a fase e sub-fase, você pergunta “o que acontece (no exterior)”, “como é para eles”, “e como eles se sentem sobre isso.” Há sete fases, e sete sub-fases que levam aos 17 estágios da Tabela Periódica. Por exemplo, uma receita de Amaryllis seria 63.356,12 no Sistema Vegetal. O número 6 representa Angiospermas, n º 3 representa Monocots (classe), n º 3 representa Lilliales (sub-classe), n º 5 representa Asparagales (fase), n º 6 representa Amaryllidaceae (sub-fase) e n 12 representa o estágio, assim como sistema de elementos minerais.

Scholten afirma que seu Sistema Periódico Vegetal ainda está em evolução e terá de fazer refinamentos. Um desdobramento desse sistema é que ele mostra claramente onde estão as lacunas em nossa Matéria Médica vegetal e onde poderemos fazer experimentações de futuras plantas. Por exemplo, as Amborellales, Pandanales e as famílias de plantas Celastrales não temos nenhuma ou muito poucas patogenesias.



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